21 de março de 2026

Guerreiras do K-Pop: Netflix planeja turnê mundial com o grupo

 



Foto : Sony Pictures Animation / Netflix 


Após receber diversos prêmios importantes, com o Oscar e o Grammy entre eles, as artistas de Guerreiras do K-Pop podem sair em turnê mundial no ano de 2027. Segundo a Bloomberg (via: Reuters), a Netflix encontra-se em negociações com diversos produtores.


O objetivo é que os shows passem por grandes cidades ao redor do mundo, com apresentações em arenas com capacidade para 10.000 até 20.000 pessoas. A Netflix ainda não escolheu um promotor, todavia, a mesma já recebeu diversas ofertas.


No filme, desenvolvido pela Sony Pictures Animation, somos apresentados a uma girlband fictícia chamada HUNTR/X que, além de cantarem nos palcos, lutam contra criaturas do mal. As personagens principais possuem como vozes originais as atrizes e cantoras: EJAE; Audrey Nuna e Rei Ami, que levaram a principal música do grupo “Golden” para diversas apresentações ao vivo em programas e premiações. A canção ainda dominou as paradas da Billboard no decorrer de 2025.


Guerreiras do K-Pop está disponível na Netflix e uma sequência está confirmada.





Via :https://anmtv.com.br/guerreiras-do-k-pop-netflix-planeja-turne-mundial-com-o-grupo/

Fim das Novelas SBT próprias (por hora)

 



Foto : UOL


O Sistema Brasileiro de Televisão – SBT – atravessa um momento decisivo em sua trajetória, com prioridades que estão sendo rigorosamente reavaliadas pela alta cúpula da emissora. Muitas das metas estabelecidas internamente já estão com seus prazos de validade totalmente vencidos, exigindo medidas urgentes e de impacto imediato. 

No entanto, um detalhe crucial chama muita atenção do mercado: a retomada da dramaturgia não está incluída em nenhum desses cenários mais imediatos. Essa decisão gera um intenso debate sobre os verdadeiros rumos do canal nos próximos anos.


A grande pergunta que ecoa diariamente nos bastidores e entre o público fiel é até quando a emissora conseguirá adiar esse investimento tão fundamental. Historicamente, o setor de teledramaturgia sempre funcionou como um dos principais pilares de sustentação da sua programação diária e do seu forte faturamento comercial. 

Na prática diária da televisão atual, tudo indica que os interesses e o posicionamento da rede de Silvio Santos já são completamente outros. A emissora demonstra buscar novos caminhos e alternativas mais baratas para tentar se manter competitiva em um cenário midiático cada vez mais fragmentado e desafiador.


A Rica História da Dramaturgia e a Nova Realidade Digital do SBT

Mesmo operando em uma escala de investimentos menor quando comparada às suas principais concorrentes diretas, a emissora construiu uma história inegável de grandes realizações. 

Obras inesquecíveis e prestigiadas, como “Éramos Seis” e “As Pupilas do Senhor Reitor”, provaram a imensa capacidade do canal de produzir conteúdo de altíssima qualidade. Além disso, os estrondosos fenômenos infantojuvenis como “Chiquititas”, “Carrossel” e “Cúmplices de um Resgate” marcaram gerações e renderam lucros expressivos de ponta a ponta. 

Mais de uma dezena de títulos consagrados ajudaram a consolidar a marca da emissora de forma permanente no coração das famílias brasileiras.


Esses trabalhos memoráveis demonstraram, em diferentes e complexos momentos da televisão nacional, a enorme competência da casa em saber produzir com excelência. 

A emissora sempre soube como atender perfeitamente às demandas específicas do seu público-alvo, gerando identificação imediata e grande repercussão nas ruas. 

Contudo, é natural e lógico imaginarmos que a atual demora em voltar a produzir grandes tramas passe muito menos por uma suposta falta de tradição.

 Na verdade, essa pausa prolongada é o resultado direto de uma combinação complexa de fatores e valores comerciais que o bom juízo manda colocar na balança.


O primeiro e mais urgente fator é a necessidade vital que a rede tem de apresentar resultados financeiros e métricas de audiência muito mais rápidos.

 O departamento de entretenimento de palco e o jornalismo diário, por serem ao vivo, sempre possuem melhores condições de oferecer esse retorno publicitário em curto prazo.

 Outro ponto crucial é a mudança drástica no hábito de consumo dos telespectadores, impulsionada pelo crescimento vertiginoso das plataformas digitais e do streaming. 

A própria telenovela de TV aberta, embora ainda forte, já não consegue entregar sozinha os mesmos resultados avassaladores que garantia décadas atrás.









Via : https://faropop.com/2026/03/19/sbt-fim-novelas-proprias-boneco-jornalismo/

O que é fato e o que é falso sobre as novas regras do ECA Digital




 Foto : aosfatos.org


A Lei nº 15.211/2025, conhecida como ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) Digital ou “Lei Felca”, entrou em vigor nesta semana, estabelecendo regras a serem cumpridas por plataformas e lojas de aplicativos para proteção de menores online. Porém, a implementação da medida, pioneira no país, foi cercada de dúvidas e de desinformação por parte de usuários da internet.


Foi difundido nos últimos dias, por exemplo, que o sistema de verificação de idade previsto na nova legislação baniu jogos eletrônicos e até o Linux do Brasil, o que não é verdade.


A seguir, Aos Fatos tira as principais dúvidas e desmente as desinformações mais virais que surgiram nesta semana sobre o ECA Digital:

1. O que já está em vigor?

O ECA Digital foi sancionado em setembro de 2025, mas entrou em vigor na terça-feira (17). A norma aumenta as responsabilidades das plataformas digitais em relação ao que crianças e adolescentes acessam na internet.


Além do texto principal, o governo também editou um decreto que regulamentou alguns pontos da lei. Entre as principais mudanças, estão:


O dever das plataformas de oferecer aos pais ferramentas de monitoramento do conteúdo acessado pelos seus filhos;

A obrigação de que uma conta em rede social de crianças e adolescentes menores de 16 anos esteja vinculada a um responsável;

A proibição da coleta de dados de crianças e adolescentes para direcionamento de publicidade;

A proibição de “caixas de recompensa” em jogos eletrônicos acessados por menores de idade;

A proibição de recursos que alimentam a dependência digital, como a rolagem infinita e a reprodução automática de vídeos;

A proibição de acesso de menores a aplicativos que promovam, ofereçam ou viabilizem apostas;

Fim da autodeclaração de idade em sites e serviços que oferecem conteúdos para maiores de 18 anos.

Segundo especialistas, a questão mais sensível está na determinação de que as plataformas e lojas de aplicativos devem verificar a idade dos usuários e impedir que crianças e adolescentes acessem conteúdo impróprio para suas idades. Esta determinação ainda não foi plenamente regulamentada (leia mais abaixo).


2. O que falta regulamentar?

A nova lei diz que um ato do governo federal regulamentará os requisitos mínimos dos mecanismos de aferição de idade. Essa tarefa está a cargo da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados), que ainda não deliberou sobre o assunto.


Também caberá à autarquia federal definir etapas para a implementação dessas soluções de controle de idade.


“A obrigação genérica de proteger e levar a sério a questão da idade já existe, mas a verificação de idade como obrigação detalhada ainda não vale plenamente. Enquanto essa regulamentação não sai, não há um ‘modelo oficial’ obrigatório nem uma fiscalização específica sobre o como verificar a idade. As plataformas podem adotar mecanismos próprios, mas ainda sem um padrão único definido pelo governo”, disse Antonielle Freitas, advogada especialista em direito digital do escritório Viseu Advogados.


Apesar de a obrigação já estar em vigor, não há meios previstos hoje para que a ANPD possa monitorar de maneira uniforme o cumprimento dessa regra.


Algumas plataformas, no entanto, já adotaram mecanismos para a aferição de idade de usuários: o Google, por exemplo, anunciou um sistema que analisa a atividade de usuários; já a Meta declarou que, em casos de suspeita de declaração incorreta, requisitam o envio de um documento ou uma selfie em vídeo.


3. É verdade que o ECA Digital baniu o Linux do Brasil?

Não. Essa alegação nasce de uma confusão causada por interpretações da lei e pelo autobanimento de distribuidores Linux nos últimos dias.



Alegação de que ECA Digital baniu Linux no Brasil não se sustenta, segundo especialistas ouvidos pelo Aos Fatos (Reprodução/X)

Tecnicamente, o Linux é um kernel — núcleo de um sistema operacional que determina o seu funcionamento. Muita gente, no entanto, usa o nome Linux para se referir aos sistemas operacionais que usam esse kernel para funcionar, mas o nome oficial do sistema operacional é GNU/Linux.


O kernel é de código aberto, o que significa que o usuário pode modificá-lo da maneira que preferir. A discussão sobre o banimento do Linux gira em torno desse aspecto: por ser um sistema de código aberto, haveria uma dificuldade técnica maior para impedir que usuários burlem mecanismos de verificação de idade.


Porém, especialistas consultados pelo Aos Fatos afirmam que a alegação de que o ECA Digital pode banir o Linux do Brasil é exagerada.


O artigo 12 da lei, que é o centro da discussão, determina que provedores de lojas de aplicações e provedores de sistemas operacionais devem “tomar medidas proporcionais, auditáveis e tecnicamente seguras para aferir a idade ou a faixa etária dos usuários”. O mesmo artigo, no entanto, deixa claro que essas medidas serão regulamentadas por ato do Poder Executivo. Ou seja, elas só entrarão em vigor quando o governo regulamentá-las;

Segundo Antonielle Freitas, a lei não declara que sistemas abertos ou modificáveis seriam incompatíveis com as regras previstas;

O artigo 2 diz que “não são consideradas produtos ou serviços de tecnologia da informação as funcionalidades essenciais para o funcionamento da internet, como os protocolos e os padrões técnicos abertos e comuns”. Especialistas afirmam que o Linux pode ser interpretado como uma funcionalidade essencial;

“O Linux é a base fundamental de servidores, supercomputadores e do próprio sistema Android. Em um cenário extremo e improvável de descumprimento, o que poderia ocorrer seriam restrições a repositórios ou lojas específicas de certas distribuições, mas jamais ao uso do sistema operacional de forma geral”, explicou o mantenedor do kernel Linux em português brasileiro, Daniel Pereira.

Os especialistas ouvidos por Aos Fatos reconhecem, no entanto, que há uma “tensão regulatória real” pelo fato de o texto da lei enquadrar mais os modelos pensados para grandes plataformas centralizadas — que, diferentemente do Linux, têm CNPJ, receita e códigos fechados.


“Isso pode tornar a adequação mais difícil em comparação com Windows, iOS ou Android. Mas essa dificuldade prática e o risco de aplicações desproporcionais não nos permitem concluir que o ECA Digital ‘acaba com o Linux’ ou torna seu uso ilegal no Brasil; essa é uma leitura opinativa, não um efeito automático da lei”, disse Freitas.


Pereira concorda e afirma que o alvo da legislação são os serviços que entregam conteúdo ou coletam dados em larga escala, e não o kernel do sistema operacional em si. “Como muitas distribuições Linux utilizam lojas mantidas por comunidades voluntárias e sem fins lucrativos, a preocupação é que essas entidades não tenham os recursos necessários para implementar os sistemas complexos de verificação de identidade que possam vir a ser exigidos por uma agência reguladora”, afirmou.


Ele ressalta ainda que a própria lei fala em “medidas razoáveis”, o que, segundo ele, “abre uma importante margem para que sistemas de código aberto se adaptem de formas compatíveis com sua filosofia ou recebam tratamento diferenciado por não serem serviços comerciais de coleta de dados”.


4. É verdade que a nova lei baniu videogames?

Não. A alegação de que o ECA Digital teria banido jogos eletrônicos com classificação indicativa para maiores de 18 anos é uma distorção de duas decisões de empresas privadas:


A Riot Games passou a bloquear menores de 18 anos de seus jogos — como o League of Legends e o Teamfight Tactics — com a justificativa de que não conseguiria se adequar a tempo à lei. Agora, os jogadores devem fornecer o número do CPF ou de um cartão de pagamento, escanear o RG ou fazer uma selfie para provar a idade;

A produtora Rockstar, da franquia GTA (Grand Theft Auto), também anunciou que deixaria de vender seus jogos no Brasil na sua loja direta. Isso, no entanto, não significa que os games não são mais comercializados no país: os usuários continuam podendo adquiri-los nas plataformas dos próprios consoles e em lojas como Steam e Epic Games Store.


Diferentemente do que alegam publicações nas redes, jogos da Rockstar ainda podem ser vendidos no Brasil (Reprodução/X)

O ECA Digital não impede a venda de jogos com conteúdo violento ou sexual. O texto pretende impedir que crianças e adolescentes acessem conteúdo que não seja correspondente à classificação indicativa de sua idade.


A única vedação expressa na lei é sobre as lootboxes ou “caixas de recompensa” — compras em que o usuário tem chances de ganhar determinados itens do jogo. Considerado nocivo pelo ECA Digital, esse tipo de recurso não pode mais ser oferecido a crianças e adolescentes.


“Mesmo quando um jogo tiver caixa de recompensa, o decreto do ECA Digital deixa claro que a restrição não é de acesso ao jogo. Para cumprir a lei, basta o desenvolvedor oferecer versão sem essa funcionalidade ou desativá-la quando o jogador não tiver comprovado ter mais de 18 anos”, afirmou o governo federal em nota.


5. Youtubers e streamers não podem mais veicular conteúdo impróprio?

Desde que a lei entrou em vigor, alguns criadores de conteúdo passaram a ser alvo de uma espécie de “caça às bruxas”, com usuários das redes alegando que eles não poderiam mais veicular vídeos com jogos violentos e sexuais ou publicidade de bets. Mas isso não é verdade.



Alegações de que seria possível denunciar influenciadores por causa do ECA Digital não condizem com o que o texto determina (Reprodução/X)

O ECA Digital não atribui responsabilidades diretas aos criadores de conteúdo, mas sim às plataformas que disponibilizam os vídeos. Ou seja, uma pessoa não está impedida de publicar vídeos sobre armamentos, jogos de azar ou com conteúdo erótico: são as plataformas que devem impedir crianças e adolescentes de acessá-los.


Isso pode ser feito via:


barreiras de visualização;

aferição de idade de acesso;

proibição de criação de contas por crianças e adolescentes.

O texto traz regras específicas para influenciadores mirins (menores de idade). Agora, as plataformas que veiculam esse tipo de conteúdo devem exigir uma autorização judicial dos responsáveis legais do influenciador.


Os influencers mirins que não apresentarem a autorização em até 90 dias poderão ter seu conteúdo excluído das redes.









Via : https://www.aosfatos.org/noticias/fato-falso-novas-regras-eca-digital/

19 de março de 2026

Cloth Myth Ex Metal - Shiryu de Libra

 



Foto : Tamashii Nations 


 Site da Tamashii Nations acaba de ser atualizado com imagens e informações do Cloth Myth Ex Metal de Shiryu de Libra, o sucessor de Dohko

Confira:



Cloth Myth Ex Metal - Shiryu de Libra


Cloth Myth Ex Metal - Shiryu de Libra


Cloth Myth Ex Metal - Shiryu de Libra


Cloth Myth Ex Metal - Shiryu de Libra



Cloth Myth Ex Metal - Shiryu de Libra


Cloth Myth Ex Metal - Shiryu de Libra


Cloth Myth Ex Metal - Shiryu de Libra


Cloth Myth Ex Metal - Shiryu de Libra


O boneco de Shiryu trajando a Armadura de Libra está custando 26.400,00 Ienes (aproximadamente R$ 862,36, na cotação do dia) e poderá ser reservado a partir do dia 19 de março. O lançamento está previsto para agosto de 2026.






Via : https://santosdebronze.blogspot.com/2026/03/cloth-myth-ex-metal-shiryu-de-libra.html?m=0

DLC de Resident Evil Requiem pode trazer personagem muito pedida

 




Foto : Capcom



A expansão de Resident Evil Requiem pode trazer de volta uma das personagens mais queridas da franquia, e que muitos sentiram falta no jogo base. Pelo menos é isso que indica um novo rumor compartilhado por um conhecido insider da saga, reacendendo discussões antigas entre os fãs.

Recentemente, a Capcom confirmou oficialmente que o título receberá conteúdo adicional. Apesar de esperado, especialmente após o jogo atingir a marca de 6 milhões de cópias vendidas, o anúncio abriu espaço para diversas teorias sobre o que vem por aí.

Entre as possibilidades levantadas pela comunidade estão uma continuação da história de Leon S. Kennedy, o retorno de figuras clássicas como Claire Redfield e Jill Valentine, ou até mesmo a introdução de um novo protagonista, seguindo a linha adotada em Resident Evil 7: Biohazard e Resident Evil Village.

“Houve um pequeno deslize em algum lugar (não vou dar contexto), isso não é das minhas fontes, vazamento não intencional. Mas é muito provável que Ada Wong esteja no DLC de Resident Evil Requiem. Esse é todo o contexto, não é uma afirmação minha. É de algo que vazou meio que acidentalmente, acho que foi um erro honesto, então não quero causar problemas para ninguém. Mas sim, isso sugere que Ada está envolvida no DLC de RE9 de alguma forma. Então, vamos ver como isso termina.”

O mesmo insider já havia mencionado anteriormente que o conteúdo extra poderia focar em Leon, possivelmente explorando eventos paralelos aos de Resident Evil 7 e Village. Considerando que o personagem aparentemente se casou entre Resident Evil 6 e Requiem, a possível inclusão de Ada reacende teorias sobre o relacionamento entre os dois.

Nas redes sociais, a reação foi imediata. Fãs do casal Ada e Leon celebram o rumor, enquanto outros brincam com teorias curiosas, como a de que Ada seria a “sugar mama” do agente. Há ainda quem acredite que a personagem virou uma espécie de “carta na manga” da Capcom para DLCs, comparando sua popularidade a lutadores icônicos como Akuma e Sagat da franquia Street Fighter.

Vale lembrar que o diretor Koshi Nakanishi já afirmou que a identidade da pessoa com quem Leon se casou será revelada “algum dia”. Com os rumores ganhando força, cresce a expectativa de que essa resposta finalmente apareça no conteúdo adicional.










Via : https://www.gamevicio.com/noticias/2026/03/dlc-de-resident-evil-requiem-personagem-muito-pedida/

Shenmue III Enhanced é anunciado para PC, consoles e Switch 2

 




Foto : YsNet / ININ Games


YsNet e a ININ Games anunciaram oficialmente Shenmue III Enhanced, uma versão técnica e visualmente aprimorada do título lançado originalmente em 2019. O jogo será lançado para PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2, que receberá uma edição física em cartucho.



Foto : YsNet / ININ Games


Melhorias técnicas e suporte a novas tecnologias

A edição Enhanced foca em elevar o padrão visual e a fluidez da experiência. Entre as principais adições estão o suporte a texturas em 4K, ambientes mais detalhados e o uso de tecnologias de upscaling como DLSS e FSR. Os tempos de carregamento foram reduzidos e a densidade de NPCs na vila de Niaowu foi aumentada para tornar o mundo mais vivo.

Novidades na jogabilidade e personalização

Para os fãs de longa data, a desenvolvedora incluiu o Classic Camera Mode, que emula a perspectiva de câmera dos dois primeiros jogos da franquia. Outras melhorias de qualidade de vida incluem:

  • Ajustes opcionais no sistema de vigor (stamina).
  • Restauração de vida antes dos combates.
  • Redução de barreiras financeiras para facilitar o progresso.
  • Opção de pular cenas (cutscenes) e diálogos.
  • Janela de tempo estendida para QTEs.

Um ponto importante destacado pela equipe de Yu Suzuki é que todas as mudanças de jogabilidade são opcionais, permitindo que puristas mantenham a experiência original intacta por meio de ajustes nos menus. As pré-vendas das edições Padrão, Especial e de Colecionador já estão disponíveis.

 



Foto : YsNet / ININ Games



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Via : https://ultimaficha.com.br/2026/03/19/shenmue-iii-enhanced-anuncio-plataformas-detalhes/

Sonic 4: O Filme tem primeiro teaser trailer divulgado





Foto : 
Paramount Skydance



Após as produções anteriores da franquia Sonic ultrapassarem a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria global, o icônico ouriço azul da SEGA retorna para mais uma grande aventura nas telonas. Um ano antes de sua aguardada estreia nos cinemas, prevista para 18 de março de 2027, Sonic 4: O Filme tem seu primeiro teaser trailer revelado pela Paramount.



O novo longa traz grandes novidades para os fãs, incluindo a chegada da clássica personagem Amy Rose, que ganhará a voz de Kristen Bell no original. Ben Kingsley também junta-se ao universo live-action em um papel ainda não revelado.

Sob a direção de Jeff Fowler, responsável por comandar os três primeiros sucessos da saga, Sonic 4: O Filme retorna com Ben Schwartz como a voz do personagem principal. O elenco conta ainda com Jim CarreyIdris ElbaKeanu ReevesJames MarsdenTika SumpterMatt BerryColleen O’ShaughnesseyLee MajdoubNick Offerman e Richard Ayoade. O filme é produzido por Neal H. Moritz, Toby Ascher e Toru Nakahara, e distribuído pela Paramount Pictures.