5 de novembro de 2026

Tsume-Art apresenta Estatueta de Milo de Escorpião

 



Foto : Tsume-Art 



A empresa Tsume-Art apresentou hoje (23) a sua nova Estatueta licenciada de Saint Seiya da linha HQS. Trata-se do Cavaleiro de Ouro Milo de Escorpião. Confira abaixo:

Estatueta de Milo de Escorpião - Tsume-Art


Estatueta de Milo de Escorpião - Tsume-Art


Estatueta de Milo de Escorpião - Tsume-Art


Estatueta de Milo de Escorpião - Tsume-Art


Estatueta de Milo de Escorpião - Tsume-Art


Detalhes da Estatueta:


- Inspirada no episódio 61 de Cavaleiros do Zodíaco, esta peça em escala 1/6 apresenta Milo de Escorpião no auge de seu poder, realçado por sua armadura dourada e capa esvoaçante;
- A escultura meticulosa destaca a pureza da Armadura de Ouro, o cabelo característico do guerreiro e a tensão ameaçadora de seu ferrão;
- O cenário rochoso evoca a arquitetura do templo de Escorpião, envolto por uma aura escarlate incandescente e dinâmica;
- Os efeitos de chamas e energia transparente recriam toda a violência da famosa técnica da Agulha Escarlate.

A Estatueta do Cavaleiro de Escorpião tem 62 cm de altura, é feita de poliresina e está custando € 665,83 (aproximadamente R$ 3.763,88). A Estatueta já pode ser reservada, com entrega prevista para o quanto trimestre de 2027.











Via : https://santosdebronze.blogspot.com/2026/10/Estatueta-Milo-de-Escorpiao-HQS-Tsume-Art.html?m=0

TV se prepara para meses difíceis




 Foto : Canaldovannucci.com.br



As emissoras de televisão, sejam elas da TV aberta ou dos canais por assinatura, têm motivos para olhar com preocupação os próximos meses. E essa cautela também chega às plataformas de streaming. Executivos de emissoras e profissionais de agências de publicidade com quem conversei apontam para um cenário de retração no mercado publicitário, com menos disposição dos anunciantes para grandes investimentos e uma cobrança cada vez maior por resultados.

A preocupação não significa que a televisão deixará de receber publicidade. A questão é outra. O dinheiro disponível deverá ser disputado com muito mais intensidade, num ambiente em que as empresas estão revendo orçamentos, calculando riscos e procurando alternativas para vender mais gastando menos.

A Black Friday e o Natal representam, tradicionalmente, dois períodos importantes para o faturamento das emissoras. Globo, SBT, Record e Band movimentam seus departamentos comerciais, preparam projetos especiais e oferecem oportunidades para o varejo, o atacado e diferentes segmentos do comércio. É um momento em que a televisão costuma concentrar esforços para atrair anunciantes.

Mas há uma diferença importante em relação a outros anos. Mesmo com essas datas fortes no calendário comercial, a expectativa de alguns executivos é de um volume de investimentos inferior ao registrado anteriormente. Parte das empresas que tradicionalmente anunciava na televisão passou a desenvolver suas próprias ações nas plataformas digitais, criando transmissões, campanhas e estratégias de venda direta pela internet. Em determinadas situações, o anunciante acredita conseguir um resultado mais imediato e mensurável fora da televisão.

E esse movimento preocupa.

O cenário econômico também pesa. Há uma expectativa de maior clareza sobre os rumos da  política econômica do governo Lula, especialmente em relação aos juros, ao crédito, aos incentivos ao consumo e à capacidade de recuperação do poder de compra da população. Enquanto não houver sinais mais consistentes, muitos anunciantes preferem esperar antes de ampliar seus investimentos. Nas conversas com profissionais do setor, uma expressão aparece com frequência. Pé no chão.


Na Globo, a avaliação é de que será necessário trabalhar com formatos comerciais que já demonstraram eficiência e aproveitar a força de sua programação. A dramaturgia, nesse contexto, ganha importância ainda maior. Não se trata apenas de vender os tradicionais 30 segundos dos intervalos comerciais, mas de ampliar as possibilidades de merchandising, inserções e ações integradas às novelas e aos programas. É uma maneira de oferecer ao anunciante mais presença e oportunidades de associação com o conteúdo.

No SBT, a preocupação também existe. A leitura é de que os próximos meses e o ano seguinte exigirão muita cautela. Não dá para dar passos maiores do que a capacidade financeira permite. A criatividade precisará caminhar junto com orçamentos mais realistas. A Record, por sua vez, tem na vice-liderança de audiência uma de suas principais ferramentas comerciais. A emissora pode apresentar ao mercado uma posição consolidada entre os canais de televisão aberta e a possibilidade de alcançar uma parcela importante dos telespectadores brasileiros. Em um período de menos dinheiro, audiência continua sendo um argumento valioso para conquistar anunciantes.

Base zero nos orçamentos

Na produção dos programas, a ordem também é rever custos. O chamado orçamento base zero ganha espaço nas discussões. A lógica é avaliar cada projeto desde o início, justificando despesas e evitando que investimentos antigos sejam simplesmente reproduzidos. A televisão precisará encontrar maneiras de produzir conteúdos mais baratos, mas sem abrir mão da criatividade e da capacidade de envolver o público.

E existe outro problema que começa a aparecer com mais força. O dinheiro das Bets. As apostas esportivas se transformaram em importantes anunciantes para diferentes segmentos da comunicação, inclusive a televisão. Com mudanças nas regras e proibição do setor, as emissoras precisam considerar a possibilidade de perder uma fonte relevante de receita. O impacto não fica restrito a um canal ou departamento comercial.

A Band, por exemplo, já sente os efeitos da saída de anunciantes desse segmento e também da devolução de horários anteriormente ocupados por programação religiosa. A madrugada da emissora, que tinha uma receita importante com a Igreja Universal, é um exemplo de como essas mudanças podem atingir diretamente o caixa de uma televisão.

E não são apenas as emissoras que enfrentam esse movimento. Algumas igrejas também estão revendo seus investimentos em televisão. Com menos dinheiro circulando e uma economia mais apertada, as doações podem diminuir, comprometendo a capacidade de manter contratos de compra de horários. É uma cadeia em que um segmento afeta o outro.

Enquanto isso, o mercado publicitário espera sinais mais claros

Existe uma velha discussão que ajuda a explicar esse momento. O produto vende mais porque anuncia ou anuncia mais porque vende? A resposta é que uma coisa depende da outra. A publicidade ajuda a movimentar as vendas, mas as empresas precisam ter dinheiro e confiança para investir. Se o consumo não reage, os orçamentos ficam menores. Se os anúncios diminuem, conquistar novos consumidores também fica mais difícil. É um círculo que exige atenção.

Um executivo com forte trânsito no mercado audiovisual, que mantém contato com profissionais de diferentes empresas e agências, resumiu a situação de maneira bastante direta. O sentimento predominante é de cautela. Não é por acaso que a Jovem Pan promoveu ajustes em sua estrutura e que outras empresas também avaliam medidas para adequar despesas à realidade do mercado.

A televisão brasileira entra, portanto, em um período em que será necessário fazer mais com menos. A disputa pela audiência continuará, mas a capacidade de transformar essa audiência em receita será cada vez mais importante. O digital avançou, pulverizou o consumo e levou parte das verbas que antes tinham a televisão como destino quase natural.

Agora, as emissoras precisam mostrar que continuam sendo capazes de entregar alcance, resultado e oportunidades comerciais diferenciadas. Não basta ter uma boa programação. Será necessário provar ao anunciante que vale a pena investir nela.

E talvez esse seja o maior desafio da televisão nos próximos meses. Preservar a qualidade, encontrar formatos mais criativos, controlar os custos e convencer o mercado de que a TV continua sendo um negócio relevante. A cautela dos executivos não é exagero. É um sinal de que o setor já percebeu que os tempos serão diferentes.










Via : https://www.canaldovannucci.com.br/tv-se-prepara-para-meses-dificeis/

Novo ‘Resident Evil’ ultrapassa US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais

 



Foto : Capcom / Sony Pictures / Columbia Pictures

  

 O universo de survival horror da Capcom acaba de alcançar um marco inédito nas telonas. O novo reboot cinematográfico de Resident Evil, comandado pelo diretor Zach Cregger, ultrapassou a marca de US$ 400 milhões em arrecadação global, consolidando-se como um dos maiores fenômenos de bilheteria do ano.

Segundo dados publicados pela revista Variety, a produção obteve US$ 157,4 milhões na América do Norte e outros US$ 242,6 milhões nos mercados internacionais, totalizando exatamente US$ 400 milhões em ingressos vendidos.


Com o resultado expressivo, a nova adaptação assumiu o topo do ranking da franquia nos cinemas. O longa superou Resident Evil 6: O Capítulo Final (2016), que até então liderava o histórico da saga com US$ 312 milhões arrecadados globalmente.

O desempenho também consagra o momento áureo da carreira de Zach Cregger. O faturamento ultrapassa com folga os trabalhos anteriores do cineasta, como A Hora do Mal (2025), que somou US$ 270 milhões, e o aclamado terror Noites Brutais (2022), que fez US$ 46 milhões.


Estreia avassaladora e força no mercado internacional

A trajetória de sucesso foi desenhada já no fim de semana de estreia, quando o filme cravou a maior abertura da história de Resident Evil, somando US$ 108 milhões globalmente. No cenário internacional, o destaque ficou por conta da China, responsável por impulsionar a bilheteria com US$ 71,4 milhões, seguida pelo Reino Unido (US$ 19,4 milhões) e México (US$ 12,7 milhões).

Produzido pela Sony Pictures com um orçamento estimado em US$ 75 milhões, o longa aposta em uma narrativa tensa ao acompanhar a jornada de um entregador de medicamentos (vivido pelo ator Austin Abrams) tentando sobreviver ao colapso e ao surto viral desencadeado em Raccoon City.







Via :https://www.romanews.com.br/entretenimento/reboot-de-resident-evil-faz-historia-e-ultrapassa-us-400-milhoes-em-bilheteria-mundial-1126

4 de novembro de 2026

A RedeTV! caiu para a 7ª posição no ranking de audiência nacional em outubro de 2026.

 



Foto : O Dia


Segundo informações do jornal O Dia, a emissora registrou 0,1452 ponto de média mensal no país. A GloboNews alcançou 0,1483 ponto, enquanto o Globoplay Novelas marcou 0,1575.

O resultado amplia um cenário desfavorável para a RedeTV!. Pelo terceiro mês consecutivo, o canal ficou abaixo do Globoplay Novelas, sinalizando a perda de espaço para uma emissora dedicada majoritariamente à exibição de produções de teledramaturgia.

GloboNews também ultrapassa a RedeTV!

A diferença para a GloboNews foi pequena, mas suficiente para provocar uma nova queda no ranking.

Com isso, a RedeTV! passou a ocupar uma posição ainda mais distante das principais redes abertas do país.

Na liderança aparece a Globo, com 10,484768 pontos de média nacional. A Record ocupa a segunda posição, com 3,135377, seguida pelo SBT, que fechou outubro com 1,989294.

A Band aparece na sequência, com 0,697969 ponto, ainda com uma vantagem considerável sobre Globoplay Novelas, GloboNews e RedeTV!.

Distância para a Band segue elevada

Os números também mostram o tamanho da distância entre a RedeTV! e sua concorrente direta entre as grandes redes abertas.

Enquanto a Band registrou quase 0,7 ponto, a RedeTV! ficou pouco acima de 0,14, desempenho que evidencia a dificuldade da emissora em ampliar sua presença no mercado nacional.

O fato de o Globoplay Novelas permanecer à frente por três meses consecutivos reforça ainda mais essa perda de competitividade.

O resultado de outubro coloca pressão sobre a programação da RedeTV!, que entra na reta final de 2026 diante do desafio de recuperar público e evitar novas perdas de posição no ranking nacional de audiência.








Via : https://oplanetatv.clickgratis.com.br/noticias/audiencia-da-tv/redetv-cai-no-ranking-de-audiencia-e-fica-atras-da-globonews-em-outubro.html

QUEDA NAS BILHETERIAS FAZ PARAMOUNT RETIRAR FILME STREET FIGHTER DE MAIS DE 700 CINEMAS

 



Foto : PARAMOUNT 


Adaptação da Paramount sofre com queda de público e perde 750 salas de exibição em sua terceira semana de cartaz nos Estados Unidos.

O filme Street Fighter, nova adaptação da icônica franquia de jogos de luta, enfrenta dificuldades severas em sua trajetória comercial nas bilheterias norte-americanas. Após um início que despertou expectativas, a produção da Paramount Pictures sofreu uma redução drástica em sua distribuição, sendo removida de 750 salas de cinema ao entrar em seu terceiro fim de semana de exibição. O longa, que estreou em 3.575 locais, agora ocupa apenas 2.825 telas, sinalizando uma queda acentuada no interesse do público e na confiança dos exibidores.

A performance do filme tem sido marcada por uma instabilidade notável. Após um fim de semana de estreia que rendeu US$ 30,8 milhões, o projeto viu sua arrecadação despencar 72,1% em seu segundo período, um dos declínios mais acentuados da história da Paramount para produções que não se enquadram no gênero de filmes de shows. As projeções iniciais para o terceiro fim de semana indicam uma receita de aproximadamente US$ 3,3 milhões, o que representa uma retração adicional de 61% em relação ao desempenho anterior. Esse cenário coloca o filme em uma posição delicada, dificultando o alcance do ponto de equilíbrio financeiro, dado que o orçamento de produção foi reportado em US$ 82 milhões.

O elenco de Street Fighter é liderado por Noah Centineo, que interpreta Ken Masters, e Andrew Koji, responsável pelo papel de Ryu, com Callina Liang completando o trio principal como Chun-Li. Tanto Centineo quanto Koji possuem histórico em grandes franquias, embora com resultados comerciais mistos. Centineo, conhecido pela trilogia Para Todos os Garotos que Já Amei, da Netflix, participou anteriormente de Adão Negro, da DC Studios, que também enfrentou críticas severas. Já Koji integrou o elenco de Snake Eyes, filme de origem da franquia G.I. Joe, que não obteve o retorno financeiro esperado pelos estúdios.

A recepção crítica tem sido um dos fatores apontados para o desempenho abaixo do esperado. No agregador Rotten Tomatoes, o filme detém uma pontuação de 41%. O consenso dos críticos destaca que, embora a produção demonstre um esforço em honrar o material original e apresente um estilo visual dinâmico, a narrativa fragmentada e o tom do roteiro acabaram por afastar parte da audiência. Essa recepção morna contrasta com o sucesso de outras adaptações recentes de jogos, como as produções da Paramount TV Studios, que têm encontrado caminhos mais sólidos no streaming, conforme visto em Paramount TV Studios domina streaming com Reacher e Lioness.

A remoção de 750 salas de cinema é um movimento significativo para um filme de grande orçamento em sua terceira semana. Historicamente, apenas cerca de mil produções enfrentaram quedas dessa magnitude em um período tão curto. O caso de Street Fighter chama a atenção especialmente por ocorrer em um período de escassez de grandes lançamentos. O fim de semana do Halloween, por exemplo, não contou com estreias de grande porte capazes de justificar a retirada massiva de telas, o que reforça a percepção de que o mercado está priorizando títulos com maior tração orgânica.

Enquanto Street Fighter perde espaço, outros títulos têm demonstrado resiliência ou crescimento. O documentário You Can See Everything, distribuído pela A24, expandiu sua presença nos cinemas durante sua segunda semana, um feito raro que marcou um recorde para a distribuidora. Da mesma forma, o filme Wicker, da Black Bear, obteve um desempenho positivo que resultou na adição de mais de 800 salas de exibição. Esse contraste evidencia que o público tem buscado experiências distintas, muitas vezes ignorando as apostas tradicionais de estúdios em favor de produções com apelo mais específico ou recepção crítica mais favorável.

O futuro da franquia e as expectativas

A trajetória de Street Fighter nas bilheterias levanta questões sobre a viabilidade de uma sequência, algo que o final do filme parecia sugerir. Com o orçamento de US$ 82 milhões e uma arrecadação doméstica que ainda luta para superar a marca dos US$ 50 milhões, a rentabilidade do projeto torna-se um desafio. A comparação com outras adaptações de jogos, como a série de filmes do Super Mario, que alcançou a marca de um bilhão de dólares, coloca em perspectiva a dificuldade de estabelecer uma nova franquia de ação no cenário atual.

A Paramount, que também tem investido em outros títulos de ação, como visto em One Mile domina o Paramount+ com seus dois filmes de ação, agora observa como o filme se comportará nas próximas semanas. A redução do número de salas é um indicador claro de que o estúdio está ajustando suas expectativas para o restante da exibição teatral. O sucesso de longo prazo, caso ocorra, dependerá de uma performance mais consistente em mercados internacionais e, posteriormente, do desempenho em plataformas digitais e no catálogo do Paramount+, que frequentemente recebe títulos de ação como a trilogia Paramount+ adiciona trilogia Rambo ao catálogo em novembro.

Por fim, a situação de Street Fighter serve como um lembrete da volatilidade do mercado cinematográfico atual, onde a marca de uma franquia popular não garante, por si só, o sucesso nas bilheterias. A necessidade de uma narrativa coesa e de uma recepção positiva do público tornou-se um requisito fundamental para a sustentabilidade de grandes produções. O estúdio ainda não divulgou planos oficiais sobre o futuro da propriedade intelectual, aguardando o encerramento completo da janela de exibição nos cinemas para avaliar os próximos passos.









Via : https://www.maquinanerd.com.br/cinema/street-fighter-perde-750-salas-de-cinema-em-sua-terceira-semana

Bird Studio, criado Dragon Ball por Akira Toriyama, está sendo demolido no Japão




Foto:  Reddit


Dois anos após a morte do célebre quadrinista Akira Toriyama, a casa que abrigava o Bird Studio, fundado pelo mangaká na década de 1980, está sendo demolida no Japão. Segundo o jornal japonês Mainichi Shimbun, os trabalhos começaram em outubro e grande parte já foi executada.

Após o sucesso de seu mangá “Dr. Slump”, Toriyama fundou, em 1983, o Bird Studio, um espaço pensado para manter sua independência criativa e desenvolver suas obras. Foi lá que, junto de seus assistentes, produziu todo o mangá de “Dragon Ball”, assim como as obras “Sand Land” e “Nekomajin”, e os designs de personagens de “Chrono Trigger” e de diversos jogos da série “Dragon Quest”.

A fachada amarela, que passou a ser reconhecida pelos fãs, tornou-se ponto turístico em Kiyosu, na província de Aichi. Em agosto deste ano, porém, o endereço da empresa foi transferido para Tóquio, no distrito de Kita-Aoyama. Atualmente, o Bird Studio vem sendo comandado pela viúva e pelo filho do mangaká, Yoshimi Kato e Sasuke Toriyama.

Foto:  Reddit

Segundo apuração do Mainichi Shimbun, o prefeito de Kiyosu, Sumio Nagata, disse que a decisão de demolir o prédio foi tomada pela família do artista. Até o momento, não houve pronunciamento oficial sobre os motivos da demolição.

O ex-editor de “Dragon Ball” Kazuhiko Torishima lamentou a demolição em um post nas redes sociais. “O lugar que eu visitava todo mês. O lugar onde todos os tipos de personagens e histórias nasceram está desaparecendo”, escreveu.










Via : https://foradoplastico.com.br/iconico-estudio-de-akira-toriyama-esta-sendo-demolido-no-japao/

Vingadores: Doutor Destino ganha coleção épica no Burger King

 



Foto : Burger King


Como não podia deixar de acontecer, Vingadores: Doomsday (ou Doutor Destino, em português) ganhará uma coleção temática em uma grande rede de fast-food.

Mas, ao diferentemente de Homem-Aranha: Um Novo Dia, que contou com uma colaboração global com o McDonald’s, a Marvel Studios fechou uma parceria com o Burger King para promover Vingadores 5.

Os perfis oficiais das redes sociais do BK da Índia divulgaram um vídeo que mostra uma prévia da linha de lanches que Doomsday terá nas unidades do restaurante no país asiático.

O comercial de 15 segundos faz uma referência ao anúncio oficial do elenco do filme, no qual os atores foram anunciados através de cadeiras de set de filmagens com seus respectivos nomes.

Porém, em vez da menção às estrelas marvetes, a peça publicitária apresenta os nomes dos novos lanches do Burger King inspirados em personagens de Vingadores 5.

Dentre as receitas temáticas anunciadas estão Doomsday Whopper (Whopper do Doutor Destino), Magneto Crunchy Chicken Burger (Hambúrguer de Frango Crocante do Magneto), Shuri Vibranium Fries (Batatas Fritas de Vibranium da Shuri), Thor Thunder Nuggets (Nuggets Trovão do Thor) e Fantastic Fizz (Refrigerante Fantástico).

Confira o comercial da coleção:










 Foto : Burger King










Via : https://legadodamarvel.com.br/vingadores-doutor-destino-ganha-colecao-epica-no-burger-king-veja/