25 de janeiro de 2026

Bubsy 4D ganha novo trailer e será lançado em maio para PC e consoles

 



Foto : Atari / Fabraz


A Atari e a desenvolvedora Fabraz anunciaram que Bubsy 4D será lançado em 22 de maio para PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Switch, Switch 2, Xbox One e Xbox Series. O jogo custará US$ 19,99.


Há também uma edição física de colecionador para Switch por US$ 39,99 e para Switch 2 por US$ 49,99, que pode ser comprada na loja online da Atari.

A Atari e a desenvolvedora Fabraz anunciaram que Bubsy 4D será lançado em 22 de maio para PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Switch, Switch 2, Xbox One e Xbox Series. O jogo custará US$ 19,99.




Foto : Atari / Fabraz

Há também uma edição física de colecionador para Switch por US$ 39,99 e para Switch 2 por US$ 49,99, que pode ser comprada na loja online da Atari.










Via : https://www.terra.com.br/gameon/plataformas-e-consoles/bubsy-4d-ganha-novo-trailer-e-sera-lancado-em-maio-para-pc-e-consoles,040dc212240ec7d2eaa2b1dfece8ee33b1lieymi.html?utm_source=clipboard

Dragon Ball Sparking! ZERO anuncia novos modos e DLC

 



Foto : Bandai Namco Entertainment


Durante o Genkidamatsuri, evento oficial que celebrou os 40 anos de Dragon Ball, as produtoras Bandai Namco Entertainment e a Spike Chunsoft confirmaram novidades para Dragon Ball: Sparking! ZERO, incluindo novos modos gratuitos e um novo DLC para o verão japonês.

O anúncio detalhou conteúdos que chegam em três momentos diferentes do ano, reforçando o suporte contínuo ao jogo desde seu lançamento e apostando forte na memória afetiva dos fãs da era Budokai Tenkaichi.







 Foto : Bandai Namco Entertainment


Missão 100 chega em janeiro e resgata o espírito de Budokai Tenkaichi 3

A primeira atualização já tem data marcada. No dia 26 de janeiro, Dragon Ball: Sparking! ZERO recebe o modo Missão 100, uma modalidade focada em desafios rápidos e variados, nos quais é possível escolher livremente qualquer personagem do elenco.

Segundo a produtora, o modo foi pensado como uma experiência direta e acessível, mas com grande diversidade de combates. Para quem passou horas no clássico Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi 3, a proposta funciona quase como uma viagem no tempo, trazendo aquele ritmo de missões que pareciam simples, mas sempre pediam mais uma tentativa.

Modo Sobrevivência chega na primavera

Após a atualização de inverno, o jogo ganha fôlego novamente na primavera com a chegada do Modo Sobrevivência. Ainda sem detalhes completos divulgados, o nome já indica o caminho. A expectativa é de um modo baseado em resistência, com o jogador enfrentando ondas sucessivas de inimigos utilizando o mesmo personagem, testando domínio de combate e gerenciamento de recursos.

Esse tipo de modo sempre teve espaço garantido nos jogos da franquia, justamente por colocar à prova o conhecimento real do sistema de luta, além da força bruta dos personagens escolhidos.

DLC de verão traz novos personagens, modos e cenários

O conteúdo mais aguardado fica reservado para o verão. Um novo DLC pago foi descrito como significativo e repleto de novidades. Entre os personagens confirmados estão Super Androide 17, Rei Piccolo e Bardock Super Saiyajin, três nomes bastante pedidos pela comunidade.

O pacote também inclui novos trajes, golpes especiais, cenários inéditos e até um novo modo de jogo. A proposta é expandir o conteúdo de forma consistente, indo além de adições pontuais e realmente alterando a experiência para quem já domina o jogo base.

Atualizações gratuitas acompanham o conteúdo pago

Além do DLC principal, Dragon Ball: Sparking! ZERO segue recebendo atualizações gratuitas. Entre elas estão opções de personalização de batalha, que permitem desbloquear novos super ataques para personagens como Goku e Vegeta, ampliando as possibilidades estratégicas durante os confrontos.

O suporte contínuo acontece em paralelo ao sucesso comercial do título, que já ultrapassou a marca de 5,4 milhões de unidades vendidas desde seu lançamento original em outubro de 2024.

Um futuro movimentado para Sparking! ZERO

Com mais de 200 personagens jogáveis e uma base sólida construída desde o retorno da série Tenkaichi, Dragon Ball: Sparking! ZERO mostra que ainda tem muito espaço para crescer. O anúncio feito durante o Genkidamatsuri reforça que o jogo seguirá relevante ao longo de 2026.










Via : https://www.jwave.com.br/2026/01/dragon-ball-sparking-zero-anuncia-novos-modos-e-dlc/

Dragon Ball celebra 40 anos com vídeo especial e música inédita de Hans Zimmer

 



Foto :Toei animation


O universo de Dragon Ball ganhou uma homenagem à altura de sua própria grandeza. Durante o evento Dragon Ball Genkidamatsuri, realizado ontem (24), foi exibido um vídeo especial celebrando os 40 anos da obra criada por Akira Toriyama.

O que ninguém esperava era o nome por trás da trilha sonora. A música que acompanha o vídeo foi composta por Hans Zimmer, um dos maiores compositores da história do cinema contemporâneo. O resultado é um encontro improvável, mas poderoso: a mitologia pop japonesa dialogando com uma assinatura sonora épica, emocional e cinematográfica.

O vídeo funciona como um grande abraço coletivo na trajetória de Toriyama. Sem se apoiar apenas na nostalgia fácil, ele percorre personagens, batalhas, transformações e momentos que atravessaram gerações, agora embalados por uma trilha que amplia o peso simbólico da obra. Não é só uma retrospectiva. É um reconhecimento.

Dragon Ball não é apenas um mangá ou um anime que durou quatro décadas. É um fenômeno cultural que moldou imaginários, apresentou valores como amizade, superação e sacrifício, e ajudou a definir o que entendemos hoje como cultura pop global. Ver esse legado celebrado com uma composição inédita de Hans Zimmer diz muito sobre o tamanho da marca deixada por Toriyama.

Quarenta anos depois do primeiro traço, a Genki Dama continua sendo compartilhada. Só que agora, além da força dos fãs, ela carrega também uma trilha digna de cinema.








Via :https://www.teoriacultural.com.br/post/dragon-ball-celebra-40-anos-com-vídeo-especial-e-música-inédita-de-hans-zimmer

Dragon Ball anuncia novo anime que adaptará arco do mangá Super

 



Foto : Brid Studio / Toei Animation


A  franquia Dragon Ball foi oficialmente confirmada de volta com um novo projeto em anime chamado The Galactic Patrol Saga. O anúncio marca o primeiro grande lançamento da série desde a conclusão de Dragon Ball Daima, exibido em 2025.

Até o momento, não foi esclarecido se a novidade será uma série ou um filme para os cinemas. No entanto, a sinopse oficial divulgada junto com o anúncio confirma que a produção irá adaptar o arco do Prisioneiro da Patrulha Galáctica, publicado no mangá Dragon Ball Super.




Foto : Brid Studio / Toei Animation

Goku e Vegeta enfrentam novo vilão no espaço

A história se passa após os eventos do arco da “Sobrevivência do Universo”, exibido no anime entre 2015 e 2018, e acompanha Goku e Vegeta unindo forças com a Patrulha Galáctica, os mantenedores da paz no universo, para enfrentar um novo e poderoso inimigo: Moro, conhecido como o “devorador de planetas”.

No mangá, o arco funciona como continuação direta dos acontecimentos de Dragon Ball Super: Broly, o que levanta dúvidas se o novo projeto seguirá fielmente essa cronologia ou se será tratado como sucessor do filme Dragon Ball Super: Super Hero, lançado em 2022.

Caso se confirme como um longa-metragem, The Galactic Patrol Saga também representará uma mudança importante para a franquia, que nos dois últimos filmes apostou em histórias originais e, no caso de Super Hero, em animação totalmente em 3D. A expectativa é de um retorno ao estilo tradicional em 2D.

O novo anime será ainda o primeiro projeto inédito de Dragon Ball desde a morte de Akira Toriyama, em 2024. A confirmação do título, portanto, é vista como um sinal positivo para o futuro da série, que segue entre as mais populares e influentes da história dos animes.

Dragon Ball: The Galactic Patrol Saga não tem previsão de estreia.











Via : https://www.otempo.com.br/opiniao/diego-almeida/2026/1/25/dragon-ball-anuncia-novo-anime-que-adaptara-arco-do-manga-super

Paul W.S. O próximo filme de videogame The House of the Dead do Anderson vai ser muito, muito assustador

 



Foto : SEGA


Uma boa porção de Paul W.S. A carreira cinematográfica de Anderson consistiu em adaptações de videogames, com sua escrita e/ou direção de créditos, incluindo Mortal Kombat (1995), Caçador de Monstros‚ e seis Resident Mal filmes. (Também escreveu e dirigiu Alien vs. Predador, que não era uma adaptação para videogame, mas havia um videogame do conceito muito antes do filme aparecer) O próximo para ele é uma versão cinematográfica do jogo da Sega A Casa dos Mortos.

O. Lançado originalmente em 1997, A Casa dos Mortos gerou uma franquia que inclui várias sequências e spin-offs, além de um remake. Uwe Boll dirigiu uma adaptação cinematográfica em 2003, e que recebeu uma sequência em 2005 que foi dirigida por Michael Hurst. Agora, Anderson está tramando uma adaptação que ele promete ser “muito, muito assustadora.”

No jogo, os jogadores assumem o papel de agentes da AMS, uma agência governamental encarregada de frustrar as conspirações de organizações que ameaçam o mundo. O título vem do bureau para o qual trabalham, porque suas expectativas de vida são breves. 

Anderson está produzindo a nova adaptação cinematográfica com seu parceiro de produção Jeremy Bolt, Toru Nakahara, da Sega, e Dmitri M. Johnson, da Story Kitchen, Mike Goldberg e Dan Jevons. Timothy I. Stevenson atua como produtor executivo.

Quando solicitado para uma atualização de status, Anderson disse Variedade, “O roteiro está quase pronto. Pretendemos filmar no quarto trimestre deste ano. Vou mesmo forçar a barra nessa. Vai ser algo diferente pra mim.”Ele foi então perguntado se o filme será de terror de “inclinação total.” Ele respondeu, “Sim, exatamente isso. Vai ser envolvente e muito, muito assustador. Tudo se desenrolará em tempo real, por isso reflete a experiência de jogar o videogame. A única hora que para é quando você vence o jogo ou morre. Essa vai ser a única saída.“

Anderson disse anteriormente ao Deadline: “Adoro o videogame desde os anos ’90. Naquela época, eu era um grande jogador de videogames em fliperamas, e foi assim que me aconteceu Mortal Kombat.O. E praticamente ao mesmo tempo, eu também estava jogando um monte de Casa dos Mortos.O. É um título que sempre amei. O IP cresceu em força, e agora é realmente de geração cruzada. 

Eu era um dos jogadores originais, mas agora tenho filhos adolescentes que também jogam. Essa é a verdadeira atração para mim, que você tem um pedaço de IP entre gerações. Vamos basear o filme Casa dos Mortos 3‚e se você conhece a mitologia que é toda sobre conflito familiar, em meio a ação e sustos. É sobre uma mulher, Lisa Rogan, que está tentando resgatar o pai. 

E também é sobre Daniel Curien, que é filho do homem que causou esse surto mutante em primeiro lugar e que tem que lidar com os pecados do pai. Minha abordagem será refletir o que é esse videogame cinético hiper-imersivo, e é por isso que Zack Snyder pegou essas criaturas e as fez andar rápido. Este é um passeio de terror completo. é diferente do que fizemos com Resident Mal, onde havia muitas armadilhas e quebra-cabeças e coisas a serem descobertas.

 Casa dos Mortos é no coração um jogo de tiro em trilho leve, por isso arrasta você direto para o meio da ação. Vou fazer um filme que espelha aquela aproximação e se desenrola em tempo real, arrastando o público direto para a ação. Não vai ser um tipo de lumbered com um monte de história por trás que pode excluir pessoas que não sabem nada sobre Casa dos Mortos.O. Vai ficar todo mundo na mesma sintonia. Todo mundo vai ser sugado direto para a ação e conhecer os personagens e a trama, já que eles têm 90 minutos para basicamente fugir da casa mal-assombrada mais extrema que você já esteve.“

A casa assombrada “” que ele menciona é na verdade uma instalação de pesquisa abandonada que foi ultrapassada por criaturas.








Via : https://www.joblo.com/the-house-of-the-dead-scary/

Terror em Silent Hill é o pior filme de games já feito, segundo notas.

 



Foto :  Konami 


O filme Terror Em Silent Hill - Regresso Para O Inferno (Return to Silent Hill), novo longa-metragem da franquia de games, estreou nesta semana com as piores avaliações já registradas para uma adaptação de videogame, segundo os principais agregadores de crítica. As primeiras análises apontam que o longa é, até agora, o filme de games com a menor nota da história.

De acordo com o Rotten Tomatoes, a produção abriu com apenas 6% de aprovação após as primeiras 17 críticas publicadas, índice inferior ao de Silent Hill (2006) e de Silent Hill: Revelation (2012). No Metacritic, a média inicial é de 30 pontos, com base em seis avaliações.

Com esse desempenho, Terror em Silent Hill já figura como um dos maiores fracassos críticos de 2026, mesmo com o ano ainda no início. A adaptação chega aos cinemas como parte do retorno da marca promovido pela Konami, que inclui novos jogos e remakes da série.

Por que Terror em Silent Hill é tão ruim como dizem?

As primeiras críticas apontam falhas estruturais na adaptação da história de Silent Hill 2, considerada uma das mais emblemáticas da franquia. Entre os problemas mais citados estão o roteiro confuso, a falta de tensão e a descaracterização dos temas centrais do jogo.

Um dos textos resume o resultado ao afirmar que o filme “não é assustador, não é tenso, nem mesmo engraçado”, destacando que a obra falha em provocar qualquer reação consistente no espectador. Outros veículos mencionam “atuações fracas” e um “entretenimento de terror desastroso”.

Em crítica própria, um dos avaliadores escreveu: “A história sem sentido de Return to Silent Hill despoja o material original de toda a complexidade moral e emocional, deixando apenas o valor de choque elementar da trama”.

ambém há reclamações sobre a direção e o ritmo, com apontamentos de que o filme não consegue construir atmosfera nem explorar adequadamente os elementos psicológicos que definem a série nos games.

Mesmo com a presença de ícones visuais como Pyramid Head e a tentativa de reproduzir cenas do jogo, os críticos afirmam que a adaptação não alcança o impacto narrativo do material original.

Com notas tão baixas, a expectativa é que o longa termine 2026 entre os filmes com pior recepção do ano — superando inclusive outros fracassos recentes do gênero.

Silent Hill e Resident Evil são algumas das franquias de games que “sofrem” nas telonas

O caso de Terror em Silent Hill reforça um histórico problemático das adaptações da franquia para o cinema. Os três filmes da série acumulam avaliações negativas, com Silent Hill: Revelation mantendo 8% no Rotten Tomatoes até hoje.

Uma situação semelhante também ocorre com a franquia Resident Evil, outra marca tradicional dos games que teve dificuldades nas telonas. O mais recente filme, Resident Evil: Bem-vindos a Raccoon City, também foi duramente criticado pela imprensa especializada.

Mesmo em um cenário em que adaptações de videogames passaram a receber avaliações mais positivas nos últimos anos, títulos como Silent Hill e Resident Evil seguem como exemplos de franquias que não conseguiram traduzir seus universos com consistência para o cinema.

Enquanto isso, a Konami colhe melhores resultados nos jogos, com o remake de Silent Hill 2 e novos projetos sendo bem recebidos pelo público e pela crítica. O remake do primeiro jogo, inclusive, está em desenvolvimento atualmente pela Bloober Team.











Via : https://www.tecmundo.com.br/voxel/503322-terror-em-silent-hill-e-o-pior-filme-de-games-ja-feito-segundo-notas.htm

“Mestres do Universo”: Trailer revela Nicholas Galitzine como He-Man e Jared Leto como Esqueleto

 



Foto : Amazon MGM Studios


Amazon MGM Studios aposta em visual colorido e estilizado para trazer Eternia de volta aos cinemas, com estreia em junho de 2026

Do escritório para Eternia






A Sony divulgou o primeiro trailer de “Mestres do Universo”, a aguardada adaptação em live-action da icônica linha de brinquedos da Mattel. O vídeo apresenta uma abordagem curiosa para a origem do herói, mostrando Adam Glenn (interpretado por Nicholas Galitzine, “Uma Ideia de Você”) entediado em um cubículo de um escritório nos Estados Unidos. Em uma referência bem-humorada à cultura atual e ao nome do herói, sua placa de identificação na mesa exibe os pronomes “He/Him” (Ele/Dele).

A rotina corporativa de Adam é interrompida quando sua espada mágica é finalmente localizada, dando início a uma jornada que conectará a Terra ao planeta Eternia. Sob a direção de Travis Knight (“Bumblebee”), “Mestres do Universo” mostra o retorno do Príncipe Adam ao seu mundo de origem para assumir o manto de He-Man e enfrentar as forças do mal.

Elenco estelar e visual estilizado

unido da Espada do Poder, He-Man contará com a ajuda de aliados clássicos: Teela (vivida por Camila Mendes, “Riverdale”) e Duncan, o Mentor, interpretado por Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”). O grande antagonista da trama é o vilão Esqueleto, que ganha vida através de Jared Leto (“Mobius”). O trailer encerra com um vislumbre de um confronto épico entre o herói e o vilão.

Esteticamente, a produção aposta em cores vibrantes e figurinos que abraçam o estilo lúdico dos anos 1980, fazendo com que Eternia pareça ter saído diretamente de uma caixa de brinquedos. No entanto, as primeiras imagens sugerem um uso intenso de computação gráfica que remete a estéticas de videogames antigos, o que deve dividir opiniões. O elenco ainda conta com nomes de peso como Alison Brie (“GLOW”) como Maligna (Evil-Lyn), Morena Baccarin (“Deadpool & Wolverine”) como a Feiticeira, Jóhannes Haukur Jóhannesson (“The Witcher”) como Fisto, Sam C. Wilson (“A Casa do Dragão”) como Mandíbula, Kojo Attah (“Supacell”) como Tríclope, Hafthor Bjornsson (“Game of Thrones”) no papel do pouco conhecido Homem-Bode (Goat Man) e Kristen Wiig (“Palm Royale”) como a voz de Roboto.

Legado e estreia

A franquia “Mestres do Universo” foi lançada originalmente em 1982 e se tornou um fenômeno global com a série animada “He-Man e os Mestres do Universo”, que, apesar de ter apenas duas temporadas originais, gerou derivados como “She-Ra: A Princesa do Poder”, um filme live-action em 1987 e sequências animadas recentes na Netflix.

O novo filme “Mestres do Universo” tem estreia marcada para os cinemas brasileiros em 4 de junho de2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.





 Foto : Amazon MGM Studios



Via : https://pipocamoderna.com.br/2026/01/mestres-do-universo-trailer-live-action-he-man-nicholas-galitzine/