Mortal Kombat 11, o mais recente jogo da NetherRealm Studios, já teve seu suporte oficialmente encerrado, o que significa que os fãs estão ansiosos pela revelação do próximo projeto do estúdio.
Recentemente o diretor Ed Boon revelou que o próximo jogo do estúdio seria Injustice 3 ou Mortal Kombat 12, o que fez alguns fãs acreditarem que um anúncio poderia estar próximo, especialmente com o The Game Awards chegando.
Jogando um balde de água fria nos fãs, Ed Boon agora confirmou que o próximo jogo da NetherRealm Studios não irá aparecer de surpresa no The Game Awards, já que o estúdio ainda não está pronto para mostrá-lo.
Há 4 anos, no The Game Awards, conseguimos fazer um anúncio surpresa de Mortal Kombat 11, o qual foi ótimo.
Talvez até bem demais, já que muitos presumiram que repetiríamos esse truque em nosso próximo jogo.
Obrigado pela expectativa, mas ainda não estamos prontos para anunciar o próximo jogo da NetherRealm Studios.
Parece que teremos que esperar um pouco mais para descobrir no que o estúdio está trabalhando. E você, gostaria de ver Mortal Kombat 12 como o próximo jogo da NetherRealm? Ou preferia que o estúdio trabalhasse em outro projeto antes, como um novo Injustice?
E durante o painel da Marvel Studios na CCXP22, tivemos muitas novidades para Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania que é o próximo lançamento do estúdio nos cinemas e que abre a Fase 5.
Paul Rudd e Evangeline Lilly reprisam seus papéis e temos a entrada ainda de Kathryn Newton como a versão mais velha de Cassie, e claro, Jonathan Majors como Kang, O Conquistador.
Peyton Reed cuida da direção do longa.
E no palco da CCXP tivemos Rudd, Lilly, Majors e Reed ao lado de Kevin Feige para falar do longa e mostrar algumas cenas inéditas e também um vídeo de recapitulação da trajetória do Homem-Formiga no MCU.
As cenas não foram liberadas on-line para o público, mas o ArrobaNerd estava presente no palco e você confere os principais destaques abaixo.
ALERTA DE SPOILER!
Este artigo contém informações sobre os principais acontecimentos da série/filme. Continue a ler por sua conta e risco.
Paul Rudd e Peyton Reed queriam mostrar para os presentes da CCXP como estava a vida de Scott Lang depois dos eventos de Vingadores: Ultimato. O personagem é agora uma espécie de subcelebridade, escreveu seu livro de memórias e vive de aparições.
O trecho exibido na CCXP mostra Lang em um evento em uma livraria em que o autor se reúne com fãs (aqui adolescentes) para ler trechos do seu livro “Lutando pelo carinha pequeno (ou alguma coisa assim)”. As cenas mostram o personagem de bem com a vida, e feliz, sendo homenageado na sorveteria que ele trabalhou, sendo reconhecidos pelos fãs e cumprimentando um garotinho na rua.
Com um humor bem característico do filme, vemos que nem tudo são flores, quando ele passa em uma cafeteria, ganha café de graça, mas é confundido com o Homem-Aranha. Uma homenagem para Stan Lee, afinal, um ator com as mesmas feições do falecido autor foi usado. Inclusive essa cena está presente no trailer liberado anteriormente.
O mais curioso é que no meio da noite de leitura, Scott recebe uma ligação da prisão. A identidade da pessoa misteriosa não foi revelada, na medida que o personagem aceita a chamada e temos um corte na cena.
O que sabemos pelas cenas também é que Hope assumiu a liderança das indústrias Pym e tem desenvolvido todo tipo de novas tecnologias para ajudar a população depois dos eventos do Blip e tudo mais.
Já a segunda cena é um pouco mais intensa e dramática. É a cena do encontro de Scott com Kang. Fica claro que Kang faz Cassie de refém, e vemos a chegada do novo vilão do MCU igual temos no trailer lançado. Aqui ele está com um tipo de capacete com luzes que por conta das sombras azuis (igual dos quadrinhos) dão essa coloração para sua pele. O capacete também abre como a máscara tecnológica do Homem de Ferro, e nós dá a possibilidade vermos seu rosto com cicatrizes.
A figura que Majors imprime para Kang é muito mais ameaçadora e imprevisível do que vimos em Loki com Aquele que Permanece. É como se para essa versão de Kang, estar ali não estivesse da altura do personagem e ele parece entediado. Scott diz que ele é um Vingador, o que é falado num tom cômico, e Kang retruca ao perguntar quantas vezes, ou se ele, já o matou antes.
Um dos pontos altos é a revelação e uma explicação para o interesse de Kang no Homem-Formiga e sua família que estão no Reino Quântico. Kang está preso no lugar e quer sair. E ele quer que Scott o ajude para assim os dois deixarem o local. O que Scott claro recusa.
Kang o ataca, o taca na parede com uma força invisível e Cassie fica desesperada
O vilão faz um discurso ameaçador e uma das cenas finais é um capacete todo arranhado e destruído que cai no chão aos pés de Kang em um cenário de destruição.
Vixi o que será que vem ai?
Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania chega em 16 de fevereiro de 2023 nos cinemas.
Durante a CCXP 22, a Lucasfilm e a Disney revelaram o primeiro trailer, além do título do novo filme da franquia, intitulado Indiana Jones e o Chamado do Destino.
Confira:
Uma nova imagem promocional também foi revelada:
Foto : Lucasfilm / Disney
Apresentando uma troca entre o personagem de John Rhys-Davies, Sallah, e Henry Jones Jr., de Harrison Ford, o novo trailer provoca sequências de ação no deserto, no mar e até mesmo enfrentando velhos inimigos, enquanto as imagens vão ao ar em uma Nova York dos anos sessenta e um Indiana que deve voltar a usar seu chapéu clássico. Este será o primeiro longa da saga que não é dirigido por Steven Spielberg, já que tudo recairá sobre James Mangold (Logan).
O quinto filme da saga chega em 30 de junho de 2023, somente nos cinemas.
Guardiões da Galáxia Vol. 3, novo filme do Marvel Studios, ganhou seu 1º trailer hoje (1) durante a CCXP, que acontece neste final de semana, entre os dias 1 a 4 dezembro no São Paulo Expo. Confira o trailer:
O longa deve ser o último dos Guardiões, pelo menos com essa formação da equipe, já que alguns atores já avisaram que não retornarão a seus papéis, como por exemplo Dave Bautista (Drax). Além da formação original, o trailer também mostra uma prévia do personagem Adam Warlock, interpretado por Will Poulter, e do vilão, o Alto Evolucionário, interpretado por Chukwudi Iwuji’s. James Gunn retorna na direção e roteiro.
Na trama, veremos que Peter Quill ainda está se recuperando da perda de Gamora. Mas ele deverá reunir todos para uma missão que pode significar o fim dos Guardiões caso não seja bem-sucedida.
Guardiões da Galáxia Vol. 3 tem estreia prevista para 5 de maio de 2023.
O lançamento multiplataforma de Persona 5 Royal é um grande marco para a franquia da Atlus, que desde os primórdios se viu nas amarras do PlayStation. Mas se você acha que o port bastante tardio deste aclamado JRPG poderia não fazer tanto barulho, bem, parece que este não é o caso.
Acontece que, Persona 5 Royal em cerca de um mês vendeu mais de um milhão de unidades em todas as novas plataformas em que esteve disponível, incluido o Nintendo Switch; Se combinado com a versão original de PlayStation 4, ele vendeu 3.3 milhões de unidades no total.
Vale ressaltar que, no dia 19 de janeiro de 2023, o Nintendo Switch e outras plataformas receberão ports de Persona 4 Golden e Persona 3 Portable. Além disso, a franquia Persona já conta com 15.5 milhões de unidades vendidas, mas isto sem contar os ports de Persona 5 Royal.
Aqui está o trailer de elogios que celebra também as um milhão de cópias vendidas:
A publicadora Arcade Crew e a desenvolvedora brasileira JoyMasher divulgaram um novo trailer de Vengeful Guardian: Moonrider, que será lançado em 12 de janeiro para PS4, PS5, PC e Switch.
A JoyMasher é conhecida por reproduzir o estilo de pixel art e gameplay de ação das gerações de 8 e 16 bits, tendo no currículo Oniken (PC/Switch), Odallus: The Dark Call (Multi) e Blazing Chrome (Multi).
No mundo dos controles de console, costumamos optar pela proposta oficial do fabricante do console, mas às vezes existem outros modelos de empresas terceirizadas que costumam levar vantagem sobre este. Geralmente é o preço, mas às vezes é a adaptação a certos gêneros, como jogos de luta ou tiro. Hoje vamos falar do Brook Vivid Wireless Controller, um comando com luzes e sombras (mais que o primeiro) que consegue convencer vários jogadores para a sua Nintendo Switch, e que também é compatível com iOS, Android e PC.
BROOK VIVID, UMA MANEIRA DE SIMPLIFICAR A JOGABILIDADE
Foto : BROOK VIVID
O controlador de que falamos hoje está disponível em duas cores, azul e amarelo (aquele que lhe mostramos aqui). A embalagem que o contém está bem montada e inclui, além do comando em si, um suporte para telemóvel (não muito complexo, mas faz a arrumação básica para estar em casa), um conjunto de pegas para os gatilhos caso queiramos fazer são arredondado para fora em vez de dentro, um cabo de carregamento USB-C e instruções (ilegíveis em nosso idioma, por isso recomendamos consultar o site vinculado no primeiro parágrafo.
Se compararmos com o Pro Controller oficial, descobrimos que o design é mais colorido e menos 'sério', além de algo mais arredondado e pequeno. Isso é algo que pessoas com mãos grandes podem não gostar, mas para mãos menores e não tão grandes é uma vantagem. A qualidade dos botões é boa, o atraso de entrada é muito bem ajustado, permite saber facilmente o status da carga enquanto está conectado graças a várias luzes e oferece duas qualidades que alguns controladores de terceiros não oferecem: um giroscópio que pouco tem a invejar do original e a possibilidade de ligar o console pelo controle remoto com o botão Home.
Foto : BROOK VIVID
A posição de alguns botões centrais foi alterada, sobretudo pelo facto de incluírem luzes coloridas e por terem agora mais botões. Primeiro, temos um botão turbo, que nos permite reduzir a frequência de pressionamento do dedo pressionando um botão, mas não a entrada no jogo (o que é bom tanto para a nossa mão quanto para o próprio botão). Existem também outros associados ao modo macro, que basicamente nos permite executar uma combinação de botões e “salvá-la” temporariamente em um dos novos botões traseiros. Você pode salvar uma combinação de jogo de luta ou salvar a rotina do botão no menu de pausa ou qualquer outra coisa, o que economiza seu tempo (se nada for salvo, o padrão é L e R).
Foto : BROOK VIVID
UM GATILHO QUE TEM VIAGEM EXCESSIVA
Foto : BROOK VIVID
Os botões traseiros podem ser alternados para o modo de disparo. Neste modo, se mantivermos o botão pressionado e movermos o manípulo para o lado correspondente, verificamos que o movimento é um pouco mais lento, algo que pode ser apreciado em momentos de atiradores de elite ou jogos de quebra-cabeça que exigem precisão extrema. Além disso, no geral, os botões têm boa resistência, a autonomia do controle é adequada (semelhante a de outros) e a vibração funciona bem e com muita potência, embora seja padrão (não espere HD Rumble detalhado em da mesma forma que você não espera um leitor NFC).
Foto : BROOK VIVID
No entanto, existem dois componentes que possuem um bug que os limita em determinados jogos. O primeiro deles é o pad digital, que possui apenas quatro pulsações. Embora isso seja ótimo em jogos em que esses botões são usados para habilidades, armas ou outros extras (e impedem que o canto jogue em nós), em jogos como jogos de luta, perdemos a capacidade de obter entrada diagonal e precisaríamos fazer isso com o bastão. O outro problema está nos gatilhos. Eles têm uma pulsação mais longa que a do controle remoto oficial, mas sua pulsação real só aparece quando realizamos 50% do percurso. O que significa isso? Bem, embora a vida útil dos gatilhos seja muito alta por serem robustos, temos que pressionar muito mais para que o comando seja detectado, ou teríamos que pressionar um pouco anteriormente para que o deslocamento seja menor (em Splatoon pode ser notado).
Foto : BROOK VIVID
Portanto, verificamos que o Brook Vivid é um controle que busca, acima de tudo, o conforto e a vida útil dos botões e de nossas mãos, com opções para facilitar a inserção de comandos e movimentos na maioria dos jogos que utilizam o stick como controle. Sua grande desvantagem está nos gatilhos, uma decisão de design que em alguns jogos não afeta nada ou pode até dar certo, mas perde em outros, como Splatoon, que exigem um pressionamento longo, mas não permanente (em carros não afeta e na verdade, 50% da pulsação que é reconhecida é progressiva como no controle do GameCube).